Link para novo blog e um texto.
Este post foi originalmente publicado em http://desilusoes.wordpress.com Já que não atualizo mais este endereço do zip.net, deixo aqui o link para o blog onde posto minhas reflexões e meus textos sobre diversos assuntos. Este que segue é polêmico, mas saiba antes mesmo de ler que há várias interpretações e o objetivo não é dar uma opinião fixa, mas brincar com os significados que o trecho tem de acordo com a visão do leitor. Divirtam-se. Deus e seu livro Imagine que Deus(este ser superior, ou qualquer nome que você use para ele - você sabe de quem estou falando) exista, e tenha uma mente inteligente. Acha mesmo que ele se revelaria? Acha que deixaria pistas para que se comprovasse sua existência? Acha que deixaria um manual de instruções para quem nasce no mundo, como se o mundo fosse um enorme televisor ? Claro que todos questionam em algum momento a veracidade, confiabilidade e historicidade da Bíblia. E você já pensou na possibilidade de Deus ter deixado a Bíblia exatamente com esse propósito? Caso a Bíblia não fosse um tema controvertido, ela ainda seria a Bíblia? Ele faria isso com que finalidade? Ora, dar margem a esse pensamento, à criação de textos como este, fazer com que nos questionemos a respeito de uma existência superior. Tenho certeza de que se não existisse a Bíblia haveria algum outro livro milenar de historicidade questionável e que poderia ser alterado e blá, blá, blá (ou seja, mil outros motivos que fazem com que as pessoas não creiam na Bíblia) existiria e grande parte da humanidade seguiria qualquer coisa que se mostrasse como regra e que estivesse descrita como tal neste livro. Se Deus existe e pensa, você acha mesmo que ele é burro? 
Escrito por João Berkel às 00h18
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Desilusões Líquidas
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RPG DESILUSÕES Só queria, como último post do Desilusões Líquidas, escrever que o conceito de ridículo é relacionado com o conceito de respeito. Você só considera ridículo aquilo por que (ou pessoa pela qual) não tem respeito. Claro que as pessoas que olham para o mundo de forma não-preconceituosa são raras e preciosas, mas é duro perceber e entender que algumas poucas vezes damos respeito excessivo à pessoas que simplesmente acham-se no direito de nos julgar e classificar arbitrariamente ou de acordo com suas próprias convicções e certezas sem em momento algum buscar uma libertação de determinados paradigmas e uma visão imparcial. Pior ainda quando percebemos que essa visão, esse julgamento, é determinado não pela intenção ingênua ou sincera de expressar opinião, juízo de valor, mas sim de conseguir admiração ou aprovação de terceiros... Não posso dizer que nunca chamei alguma pessoa ou alguma coisa que li de ridículos na minha vida, mas me reservo aqui e publicamente o direito de me retratar quanto à qualquer afirmação de que poesias neste blog postadas são ou possam ser ridículas aos olhos de qualquer pessoa. Não acredito nisso, são tentativas justas de expressão que já foram vistas centenas de vezes na história da literatura, em determinadas épocas seriam gloriosas e cantadas por todo o mundo, mas hoje apenas figuram como palavras ridículas em um blog visitado por apenas mil pessoas no período de dois anos... Não posso dizer a respeito daquelas postadas por outro colaboradores, mas as minhas são muito particulares e aqui estão por que não teriam nenhuma relevância se continuassem no fundo de meu armário. Aqui elas podem ser lidas, e mesmo que sejam ridículas, a simples opinião pejorativa é muito mais do que elas teriam se continuassem guardadas. A história da literatura é meu Álibi, não se pode definir o que é a literatura e o que pode ser considerado grandioso ou de grande valor literário. Tudo o que se escreve é literatura e hoje o que é ridículo pode amanhã ser fantástico. A história está aí para provar isso. Deixo também aqui uma última poesia ridícula como lembrança: Página Revirada Você é capaz de me encontrar estou adiante, na página eu sou um traço cortado um traço de sete.
Vejo que mente se não vê não consegue fingir estou partido, magoado a causa é você.
O tempo em que traço desfaço pedaços amassa minha página mas já não machuca
Perde e se encontra na página, no encarte album de retratos meu sete cortado. Giovani Gomes 2008
Escrito por João Berkel às 13h11
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